quinta-feira, 28 de abril de 2011

Devaneios

Porque simplesmente não morrer? Porque ficar remoendo o rancor de quem foi abandonado... Aquela antiga solidão, seguida de um sorriso hipocrita e desdenhoso. Porque o grito agonizante suprimido por uma diplomacia de um deus. Vontade de dissecar tudo, de acabar com tudo de me render a loucura e refurgiar-me dentro de uma caixa escura como um soldado de chumbo ferido e machucado. Morte, doce morte de m dia negro com rosas azuis



Por: Petro Bruschev

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