Leve para mim as dores de um coração partido
A alma solitária em meio ao abismo
O desespero que me faz andar em círculos
Sou reprimido por medos que não sei explicar
“Com os olhos molhados pelos
Fantasmas do seu passado
Como um amor deixado em uma noite de verão”
Quero que o mundo pare e ouça a canção do poeta morto
A criança sem a benção
Jogada em meio às cobras
A nossa existência não preocupa mais a ninguém...
“Desculpe-me
Nunca deixe ninguém
Colocar você para baixo
Você é a sua própria esperança
Você é a sua própria salvação”
A esperança de um sonhador
Os anseios de uma multidão desesperada
Alma solitária, alma oceânica
“A música foi tocada
O poema do menino morto foi declamado
Ele diz que tem tanto pelo que viver e
Também tanto pelo que morrer
Desculpe-me”
A esperança de um mundo melhor
Lugar onde eu possa ser apenas aquele que compõe para o mar
Onde o amor não jaz
Lugar em que eu poderei parar de chorar a cada aurora
“Nem eu, nem você
Não foi deixado para nós o amor
Por isso somos mais deprimidos
Sabemos a farsa que se criou ao redor dele”
Por: Mikkail Romanov
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