terça-feira, 16 de novembro de 2010

Deixando-a para mim


Em um grito de desespero e dor. O amor àquela que jamais deveria ser esquecida. A bela paisagem de inverno. Deixando-a para mim o grande e imenso abismo da obssessão. Amor desfeito, beijos venenosos.

Não sei o que eu fiz, tenha-me em seu leito por mais essa noite. Chame o meu nome, vamos. A canção do cisne o amor que alvorece a cada aurora. O orvalho selvagem, a cadeira de balanço sem o poeta. Escrevo em versos o que não tenho coragem de dizer-te. Minha queda será por você, meu amor estará em você...

Abra os olhos, diga que me ama. Caminharemos juntos pelas areias da solidão até o abismo do medo...



Por: M.ikko D'arvit

Para: Alguém

Nenhum comentário: